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Miriam Leitão pensa futuro do país em aula inaugural da Escola de Estatísticas

A jornalista apresentou o resultado de cerca de três anos de entrevistas, viagens e análises de dados 
A jornalista Miriam Leitão apresentou, ontem (11), a aula inaugural dos cursos de Mestrado e Doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas, na Escola Nacional de Ciências Estatísticas (Ence), no Rio de Janeiro, com a presença de diretores do IBGE, professores e alunos.
Na palestra História do Futuro – Reflexões sobre o permanente, a jornalista apresentou o resultado de cerca de três anos de entrevistas, viagens e análises de dados, que originaram um livro e uma série de programas para a televisão. A apresentadora defendeu que o país tem grande potencial para enfrentar as mudanças colocadas pelo futuro graças a sua biodiversidade e sociodiversidade.
Miriam Leitão alertou, na aula inaugural, que o futuro será implacável com os países que não se prepararem em razão das aceleradas mudanças tecnológicas, da redução do emprego e do envelhecimento populacional. “O que o país tem feito nos últimos anos é esperar o futuro, mas é importante compreender o presente e planejá-lo. Se o Brasil fizer escolhas inteligentes, vai se adaptar bem ao futuro”, afirmou.
Uma das grandes vantagens do país em um ambiente de mudanças são as riquezas naturais. Para produzir a série de programas, Miriam Leitão visitou cinco biomas brasileiros, acompanhada de especialistas em cada região e relatou que na Amazônia se deu conta que uma das principais exigências do futuro serão os recursos hídricos, o que nós temos em abundância.
A jornalista também viajou para o Cerrado, que é conhecido como a “caixa d´água” brasileira, onde nascem diversos rios. Visitando o projeto SOS Mata Atlântica, em São Paulo, a apresentadora mostrou que além de conservar é preciso replantar. Já no bioma Pampa, ressaltou a enorme diversidade e na Caatinga a “teimosia” das espécies em um clima árido.
A jornalista conheceu iniciativas de produção de energia eólica, no Rio Grande do Norte, e fotovoltaica (solar), no Paraná, que podem reduzir os impactos da produção de energia elétrica no meio ambiente, pois são fontes de energia limpas. No campo da educação, Miriam visitou escolas que são exemplos de excelência e que segundo ela precisam ser replicados no país.
Na série História do Futuro, a apresentadora utilizou diversos dados econômicos e sociais do IBGE. “Quando vou fazer uma reportagem, se eu sair sem os dados do IBGE eu saio num voo cego, pois eu não vou conseguir informar, fazer o meu trabalho. E os jornalistas como eu são apenas um dos grupos de usuários, mas há diversos outros em todo o país. Não há pesquisa que possa ser feita, desenvolvimento de ideias que possa ser sustentável, se não for sobre os números. E o grande produtor de estatísticas de qualidade no Brasil é o IBGE”, afirmou a jornalista.

A jornalista Miriam Leitão apresentou, ontem (11), a aula inaugural dos cursos de Mestrado e Doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas, na Escola Nacional de Ciências Estatísticas (Ence), no Rio de Janeiro, com a presença de diretores do IBGE, professores e alunos.
Na palestra História do Futuro – Reflexões sobre o permanente, a jornalista apresentou o resultado de cerca de três anos de entrevistas, viagens e análises de dados, que originaram um livro e uma série de programas para a televisão. A apresentadora defendeu que o país tem grande potencial para enfrentar as mudanças colocadas pelo futuro graças a sua biodiversidade e sociodiversidade.
Miriam Leitão alertou, na aula inaugural, que o futuro será implacável com os países que não se prepararem em razão das aceleradas mudanças tecnológicas, da redução do emprego e do envelhecimento populacional. “O que o país tem feito nos últimos anos é esperar o futuro, mas é importante compreender o presente e planejá-lo. Se o Brasil fizer escolhas inteligentes, vai se adaptar bem ao futuro”, afirmou.
Uma das grandes vantagens do país em um ambiente de mudanças são as riquezas naturais. Para produzir a série de programas, Miriam Leitão visitou cinco biomas brasileiros, acompanhada de especialistas em cada região e relatou que na Amazônia se deu conta que uma das principais exigências do futuro serão os recursos hídricos, o que nós temos em abundância.
A jornalista também viajou para o Cerrado, que é conhecido como a “caixa d´água” brasileira, onde nascem diversos rios. Visitando o projeto SOS Mata Atlântica, em São Paulo, a apresentadora mostrou que além de conservar é preciso replantar. Já no bioma Pampa, ressaltou a enorme diversidade e na Caatinga a “teimosia” das espécies em um clima árido.
A jornalista conheceu iniciativas de produção de energia eólica, no Rio Grande do Norte, e fotovoltaica (solar), no Paraná, que podem reduzir os impactos da produção de energia elétrica no meio ambiente, pois são fontes de energia limpas. No campo da educação, Miriam visitou escolas que são exemplos de excelência e que segundo ela precisam ser replicados no país.
Na série História do Futuro, a apresentadora utilizou diversos dados econômicos e sociais do IBGE. “Quando vou fazer uma reportagem, se eu sair sem os dados do IBGE eu saio num voo cego, pois eu não vou conseguir informar, fazer o meu trabalho. E os jornalistas como eu são apenas um dos grupos de usuários, mas há diversos outros em todo o país. Não há pesquisa que possa ser feita, desenvolvimento de ideias que possa ser sustentável, se não for sobre os números. E o grande produtor de estatísticas de qualidade no Brasil é o IBGE”, afirmou a jornalista.

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