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Neste domingo Monção completa 260 anos de fundação sem razão para comemorar, apenas lamentar

Monção 260 anos com escolas inapropriadas à Educação
Por Juno Brasil: Enquanto as jovens cidades como Carrasco Bonito no Tocantins e Parauapebas no Pará, com menos de 30 anos de emancipação. Nestes 6 meses de administração municipal, comemoraram inúmeras obras públicas, a bela senhora Monção no Maranhão, neste domingo, 16, completa 260 anos de fundação está se afundando e não tem uma razão sequer, para comemorar, somente lamentações das péssimas gestões municipais.

História de Monção (MA) – Segundo historiadores, a fundação de Monção teve início devido à sua localização, na antiga área indígena nas proximidades de Camacaoca, hoje povoado do município de Santa Rita (MA), denominado de Areias. Conta os pesquisadores que o local era habitado pelos índios guajajaras, que foram civilizados e atraíram outros habitantes, onde se formou o povoado, que se desenvolveu, e, em 1757, foi criado o distrito da Colônia Portuguesa, pelo Governador da Capitania, Gonçalo Pereira Lobato e Souza e outras autoridades. Que chegaram à localidade e erigiram o pelourinho, símbolo da autoridade e da justiça d’el-Rei, na época, hastearam a bandeira com armas reais e deram três vivas ao rei. Com descargas da tropa de infantaria se fundou a vila, que recebeu o nome de Monção, mas devido a episódios desagradáveis perdeu sua característica. E foi novamente instalada em 26 de novembro de 1959, distante cerca de 30 quilômetros de Areias, na hoje Vila Velha.

Monção foi fundada em 16 de julho de 1757, data pela qual ainda se comemora seu aniversário, mas esteve extinta e somente foi novamente emancipada em 1932, pelo decreto Lei nº 919, de 30 de setembro de 1935.

Péssimas administrações municipais

Queiroz foi acusado de várias fraudes e corrupções no seu mandato de prefeito de Monção-MA (Foto: reprodução internet)
Prefeita de Monção Cláudia e seu esposo ex-prefeito Henrique Silva (Foto: reprodução internet)
O município de Monção possui um grande potencial turístico, situado na microrregião denominada de Baixada Maranhense, considerada como o “Pantanal Maranhense”, uma das maiores riquezas naturais do nordeste, de onde os ribeirinhos tiram seus sustentos. Monção também se localiza às margens da Estrada de Ferro Carajás, e, portanto, é membro do Consórcio dos Municípios da Estrada de Ferro Carajás no Maranhão (Comefc), mas não tem se desenvolvido devido às suas péssimas gestões municipais.

O ex-prefeito de Monção, João de Fátima Pereira, o Queiroz, (DEM) foi alvo de várias denúncias de fraudes e corrupções durante todo o seu mandato, 2012-2016. Esteve por diversas vezes prestes a perder o cargo, por desvios de verbas para execuções de obras no município e do Comefc, inclusive a Câmara Municipal, também foi acusada de corroborar com o ex-gestor.

O município monçonense parece fadado à corrupção. São várias as denúncias contra a atual prefeita municipal de Monção, Klautenis Deline Oliveira Nussrala, conhecida por Claudia Silva (PSDB), natural de Santa Inês (MA), eleita com 7.307 sufrágios, 49,24%, nas últimas eleições de 2016, com uma diferença de 964 a mais que o segundo colocado, Jesiel Araújo (PC do B), que obteve 6.343 votos, 42,74%.
Os monçonenses continuam na triste sina de péssimas gestões municipais, quando elegeram Cláudia Silva, acreditaram em suas promessas eleitoreiras, de mudanças e melhorias ao município, mas até o momento tem demonstrado o oposto do seu discurso de campanha, com diversas denúncias de fraudes e corrupção.

Os servidores públicos continuam com seus soldos atrasados, passando por aflições financeiras junto com suas famílias. Nestes seis meses de administração, já entraram nos cofres da Prefeitura, mais de R$7 milhões e nem uma obra realizada, para comemorar os 260 anos de Monção, ao inverso, tem muitas lamentações para reclamar. O comércio está em crise, os servidores com os pagamentos atrasados e as denúncias de irregularidades se multiplicam.

A confusão é completa tanto na Educação, quanto na Saúde, como na Obras e ninguém sabe onde está o dinheiro que entrou no município. Segundo a população quem foi eleita foi Cláudia Silva, mas quem comanda o município é seu esposo, Henrique Silva. Os disparates são incríveis, depois do escândalo da licitação de meio milhão de reais para aquisição de toner e cartuchos para impressoras, quando o casal foi titulado de “Casal do pó”, agora surge outra licitação mais escandalosa e dantesca. A prefeita de Monção, junto com seu esposo, deve estar querendo enterrar toda a população monçonense, estimada em 32 mil habitantes, pois realizou uma tomada de preços, através do contrato n. 170/2017/CCL, para a aquisição de caixões funerários, no valor de R$320 mil, sendo apelidados de “Casal papa-defuntos”. E esta tomada de preços, em apenas 6 meses de administração já é a décima sétima deste ano. E cada uma mais esdrúxula do que a outra, entre elas a do Pregão, no valor de mais de R$1 milhão em combustíveis, mas obra que é bom, “neco de pitibiriba”.


Se não bastasse, por último a gestora está sendo denunciada de desvio de verbas da Educação, referente às reformas de escolas e merenda escolar. A situação da Educação no município é de calamidade, as escolas municipais Roseana Sarney e Aracy Gusmão estão com salas inapropriadas para o ensino, o teto furado, as poucas cadeiras estão quebradas, e as cozinhas em péssimas condições de uso e outras nem se pode chamar de escolas, pequenas palhoças, que descrevendo nem dá para acreditar, só mesmo vendo, por isso confiram as fotos.


Os jovens monçonenses, Thalia Silva e Gilberlan Atrox clamam seu amor por sua terra natal, mas lamentam não poder viver hoje no município, porque o mesmo não oferece condições de progresso. E tem uma péssima educação, por isso tiveram que deixar seu município de origem, para estudar em outro, na busca de melhoria de vida. Eles protestam contra os desmandos e corrupções dos políticos de sua cidade natal, que estão cada vez mais afundando o município, em pobreza e atraso, com um dos piores IDH-M do Brasil, 0,564, segundo a última pesquisa do PNUD.


Educação de Monção no Maranhão pede socorro

Alunos estudam sentados no chão ou em pé













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